Cobertura Morta é tema de vídeo do Projeto Bioágua Familiar

No semiárido nordestino não é difícil encontrar áreas de queimadas. A prática de queimar o solo para “limpá-lo” é rotineira na região, o que causa profundos danos ao meio ambiente, uma vez que a queimada retira os nutrientes da terra e ainda produz o gás carbônico, responsável pelo efeito estufa. Por isso, agricultores familiares vêm sendo orientados a substituir o hábito de queimar o solo por novas práticas agrícolas que permitam retirar da terra seu sustento sem devastar a caatinga ou desgastar os solos. Uma dessas práticas, a cobertura morta, é tema de um vídeo lançado pelo Projeto Bioágua Familiar.

“A cobertura morta é uma técnica que tem vários propósitos, entre eles diminuir o impacto da chuva no solo, e como ela vai se decompondo com o passar do tempo, se incorpora ao solo, enriquecendo-o com sua matéria orgânica necessária para mantê-lo fértil”, explica Luiz Monteiro Neto, instrutor de manejo sustentável do Projeto Bioágua Familiar.

“Para fazer a cobertura morta eu uso o bagaço da catanduba, do mufumbo, folhas de mato, todo bagaço seco serve. Eu junto tudo e espalho sobre o solo. Antes, como a gente não sabia, colocávamos fogo nesses bagaços e matos”, comenta o agricultor familiar Antônio Lucimar de Melo, do Assentamento Santa Agostinha, Caraúbas/RN.

Confira o vídeo, na íntegra, abaixo:

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